Deus reina no reino


I
Eu reino no reino
e, além disso, reino em todo o universo;
sou tanto o Rei do reino
quanto a Cabeça do universo.
Daqui em diante,
congregarei todos aqueles
que não são os escolhidos
e começarei a Minha obra entre os gentios,
anunciarei os Meus decretos administrativos
a todo o universo,
para que Eu possa começar com êxito
o próximo passo da Minha obra.
Usarei o castigo para espalhar a Minha obra
entre os gentios, o que significa dizer que
usarei de força contra
todos os que são gentios.
Naturalmente, essa obra será realizada
ao mesmo tempo
que a Minha obra entre os escolhidos.
Quando o Meu povo governar
e exercer poder sobre a terra,
esse será também o dia
em que todas as pessoas na terra
foram conquistadas
e, mais do que isso, será o tempo
do Meu descanso —
e só então aparecerei para todos
os que foram conquistados.
II
Eu apareço no reino santo
e Me escondo da terra da imundície.
Todos os que foram conquistados
e se tornaram submissos diante de Mim
são capazes de ver o Meu rosto
com os próprios olhos
e de ouvir a Minha voz
com os próprios ouvidos.
Essa é a bênção daqueles
que nascem nos últimos dias,
essa é a bênção predestinada por Mim
e é inalterável por homem algum.
Quando desenrolo formalmente
o pergaminho,
esse é o momento em que as pessoas
por todo o universo são castigadas,
quando as pessoas por todo o mundo
estão sujeitas a provações,
e é o clímax da Minha obra;
todas as pessoas vivem em uma terra sem luz,
todas as pessoas vivem
em meio às ameaças representadas
pelo seu ambiente.
Porque o Meu dia se aproxima
para toda a humanidade,
porque não parece distante,
mas está bem diante dos olhos do homem,
quem, por consequência,
não estaria apavorado?
E quem não se deleitaria com isso?
A cidade imunda da Babilônia chegou ao fim;
o homem deparou novamente
um mundo novo em folha,
céu e terra foram mudados e renovados.

Extraído de “A Palavra, vol. 1: A aparição e a obra de Deus, ‘Palavras de Deus para todo o universo, Capítulo 29’”